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		<title>Aconselhamento Conjugal Psicológico</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 21:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes, os casamentos chegam ao fim não por incompatibilidades que sejam  impossíveis de ultrapassar, mas o que normalmente acontece é a incapacidade de superar as diferenças. O aconselhamento conjugal com psicólogo, é uma modalidade de terapia em que a &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2012/05/aconselhamento-conjugal-psicologico/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/terapiaconjugal1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-53" title="RVterapiaconjugal" src="http://www.realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/terapiaconjugal1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Muitas vezes, os casamentos chegam ao fim não por incompatibilidades que sejam  impossíveis de ultrapassar, mas o que normalmente acontece é a incapacidade de superar as diferenças.</p>
<p>O aconselhamento conjugal com psicólogo, é uma modalidade de terapia em que a vontade de mudança pessoal e da relação é essencial. Este trabalho consiste em refletir sobre cada elemento do relacionamento do casal, com o objetivo de torna-los mais claros. A relação do casal entre si (afetiva e sexual) e também fora de si (com os amigos em comum, com os filhos, com a família de origem, com o trabalho e outras) são analisadas na terapia com o auxílio do psicólogo, buscando não uma aceitação, mas sim, a compreensão de como tudo isto está interferindo na vida conjugal.</p>
<p>Neste processo o casal ganha consciência de si próprio como <strong>unidade</strong>, o que muitas vezes leva a resolução de problemas aparentemente sem solução.</p>
<p>Muito importante também, é saber que não é necessário que o relacionamento do casal esteja em risco de separação para procurar um trabalho de aconselhamento conjugal. A rotina diária, as vontades e desejos individuais podem levar ao desgaste qualquer relação amorosa, seja entre namorados ou casados. Fique atento ou atenta, e se a sua relação estiver passando por um momento de crise e você acredita que isto pode e deve ser superado, e para isto está disposto a lutar, o aconselhamento conjugal pode ser de grande utilidade.</p>
<p>Questões como insatisfação com a vida sexual, ciúmes, dificuldade de diálogo e infidelidade são os problemas mais comuns que na maioria das vezes são superados com sucesso durante o trabalho terapêutico realizado em consultório de aconselhamento conjugal.</p>
<p>Aguardamos seu contato, marque uma consulta de avaliação.</p>
<p><a title="Consultas" href="http://www.realizareviver.com.br" target="_blank">www.realizareviver.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A diminuição do desejo sexual</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 16:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma queixa comum em consultório é a diminuição do desejo sexual, em psicologia da sexualidade isto  é considerado disfuncional sempre que provoque média ou grande ansiedade na pessoa ou que cause conflitos na relação afetiva. No entanto, aquilo que acontece &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2012/05/a-diminuicao-do-desejo-sexual/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/desejo-sexual-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47" title="desejo-sexual-" src="http://www.realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/desejo-sexual-1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Uma queixa comum em consultório é a diminuição do desejo sexual, em psicologia da sexualidade isto  é considerado disfuncional sempre que provoque média ou grande ansiedade na pessoa ou que cause conflitos na relação afetiva. No entanto, aquilo que acontece em muitos casos é o fato de que esta diminuição do desejo constitui uma manifestação de outras dificuldades e não “o problema” em si, isto é, existe por traz do pouco ou nenhum desejo sexual alguma outra coisa que precisa ser investigada.</p>
<p>Um fator que costuma estar associado à falta de desejo é o uso de alguns medicamentos. Os psicotrópicos (antidepressivos, ansiolíticos, estabilizadores de humor) são um exemplo, mas não constituem a única categoria em que este efeito indesejado se manifesta – até um anti-hipertensivo pode estar na origem desta alteração. Uma comunicação deficiente entre o paciente e seu médico pode deixar espaço para uma má informação que vai gerar problemas nos relacionamentos pessoais afetivos, refletidos por uma experiência sexual de pouca ou de nenhuma qualidade. Nesta situação, a mudança na resposta ao estímulo sexual está ocorrendo pelo uso de uma medicação necessária a pessoa, mas que não deixa de originar problemas sérios em suas relações afetivas e sexuais. Pouco habituados a falar sobre a sua sexualidade com o médico, muitos casais acabam por fechar-se sobre si mesmos e sobre as suas dificuldades, tornando-se limitados na expressão de carinho.</p>
<p>Do ponto de vista físico, a ausência de desejo sexual pode ser consequência de uma disfunção erétil no homem ou de vaginismo (que é a contração involuntária dos músculos próximos à vagina que impedem a penetração) na mulher. Mas os fatores fisiológicos não se limitam a estas duas perturbações. Algumas alterações hormonais, por exemplo, também estão na origem deste tipo de problemas.</p>
<p>Do ponto de vista psicológico, o stress, o cansaço e as alterações no sono constituem os fatores importantes, e mais frequentemente relacionados à diminuição do desejo sexual. Serão situações que podem ocorrer na vida de qualquer casal em qualquer momento e, por isso mesmo, capazes de solução através do próprio casal, fazendo uma reorganização de suas rotinas para reduzir os fatores causadores e aumentar as situações de aproximação sexual. Mas se a falta de desejo se prolongar, é possível que haja outras dificuldades:</p>
<ul>
<li>A mais frequente é o tédio, ou seja, o fato de o ato sexual (e, em muitos casos, o próprio relacionamento) tornar-se um incômodo.</li>
<li>A situação de uma das partes do casal ser extremamente exigente do ponto de vista sexual pode resultar na diminuição do desejo.</li>
<li>A ocorrência de uma das pessoas deixar de se sentir atraída pelo seu cônjuge, somando-se a dificuldade de diálogo para buscar mudar esta situação.</li>
<li>Em outros casos, um dos membros do casal pode ser demasiadamente autoritário e provocar no outro o sentimento de ser “dominado” isso faz com que a falta de desejo sexual constitua uma forma de exercer poder ou marcar uma posição no relacionamento.</li>
<li>O desejo sexual diminuído também pode tratar-se de um sintoma da depressão.</li>
</ul>
<p>As dificuldades na comunicação do casal podem ser de tal ordem que uma das partes acaba por usar o fato de estar doente, com dores ou cansado para evitar o ato sexual.</p>
<p>Refletindo sobre estes pontos, concluímos que é de grande importância a procura por uma ajuda adequada. Por mais constrangedor que pareça ser expor a intimidade sexual a um terapeuta especializado, isso pode significar o primeiro passo na resolução de um problema que o casal não é capaz de cuidar  sozinho. Nos casos em que a base do problema é psicológica/ relacional, a terapia de casal com enfoque na sexualidade pode ser eficaz. Neste caso, é muito importante que o cônjuge da pessoa que não sente desejo sexual dê o seu apoio e seja compreensivo, para não tornar o problema ainda mais profundo e de solução mais complexa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Atendimento em Psicologia é com Psicólogo</title>
		<link>http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/10/atendimento-em-psicologia-e-com-psicologo-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 20:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O exercício profissional dos psicólogos e das pessoas jurídicas que prestam serviços de Psicologia é condicionado à inscrição prévia no Conselho Regional de Psicologia. Através do cadastro regional, qualquer pessoa pode buscar por psicólogos (pessoas físicas) ou instituições (pessoas jurídicas) &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/10/atendimento-em-psicologia-e-com-psicologo-2/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/codigo_etica_profissional1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13" title="codigo_etica_profissional" src="http://realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/codigo_etica_profissional1-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></a></p>
<p>O exercício profissional dos psicólogos e das pessoas jurídicas que prestam serviços de Psicologia é condicionado à inscrição prévia no Conselho Regional de Psicologia. Através do cadastro regional, qualquer pessoa pode buscar por psicólogos (pessoas físicas) ou instituições (pessoas jurídicas) e descobrir se possuem o devido registro no CRP-RJ.<br />
Quando você verifica a inscrição do profissional, tem a certeza de que está sendo atendido por alguém da área de psicologia.</p>
<p>http://www.crprj.org.br/psis-cadastrados/</p>
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		<title>Comportamento Sexual Compulsivo</title>
		<link>http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/10/comportamento-sexual-compulsivo/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 20:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terapia Sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[A expressão sexual saudável é parte natural de uma vida bem estruturada. Ocorre um problema, quando pessoa vive obcecada com pensamentos sexuais, sentimentos ou comportamentos que afetam sua vida profissional, a saúde, os relacionamentos ou qualquer outra área de sua &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/10/comportamento-sexual-compulsivo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/casal-confuso.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20" title="casal confuso" src="http://realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/casal-confuso-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A expressão sexual saudável é parte natural de uma vida bem estruturada. Ocorre um problema, quando pessoa vive obcecada com pensamentos sexuais, sentimentos ou comportamentos que afetam sua vida profissional, a saúde, os relacionamentos ou qualquer outra área de sua ação relacional. Esta forma de viver pode indicar um comportamento sexual compulsivo, e por isso necessita de avaliação.<br />
O Comportamento Sexual Compulsivo (também chamado de hipersexualidade, ninfomania ou vício sexual) provoca inicialmente na pessoa, experiências sexuais gratificantes, mas em um momento seguinte se torna uma obsessão, com consequencias negativas para a saúde física e mental, levando a uma paralização parcial ou total (em casos mais graves) da vida social, trabalho e família.<br />
São características do comportamento sexual compulsivo fantasias ou atividades fora dos limites da cultura, das leis ou de tudo aquilo que é ética e moralmente aceito como comportamento sexual natural. Este tipo de comportamento pode ocorrer em pessoas homossexuais, bissexuais e heterossexuais.<br />
Este grupo de transtornos está entre os que causam mais sofrimentos às pessoas, e isto por várias razões, mas, é provável que a principal seja o imenso sentimento de carência afetiva que frequentemente se encontra associada a estes transtornos.<br />
O problema é que os vícios sexuais e compulsões sexuais podem levar a profundas carências afetivas, que podem levar à novos comportamentos sexuais compulsivos, formando-se assim um ciclo de comportamentos inadequados e de sofrimentos recorrentes que envolvem a pessoa em uma teia cada vez mais espessa e escravizante.<br />
O psiquiatra ou o terapeta sexual são os profissionais de saúde adequados para tratamento deste transtorno, porém tem se utilizado a combinação destas duas formas de trabalho.<br />
Os grupos de apoio tem se mostrado de grande utilidade, mas em conjunto com as intervenções médicas e psicoterápicas.<br />
Superar a vergonha, a solidão e a angústia que envolve este tipo de comportamento e buscar apoio especializado é um passo importante para sair desta forma de sofrimento.</p>
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		<item>
		<title>A Psicoterapia</title>
		<link>http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/10/a-psicoterapia/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 20:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[A psicoterapia é um espaço que vai sendo construido ao longo de encontros entre o psicólogo e a pessoa – quando a psicoterapia é individual – ou entre o psicoterapeuta e um grupo de pessoas – na psicoterapia de grupos. O &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/10/a-psicoterapia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/psicoterapia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-24" title="psicoterapia" src="http://realizareviver.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/psicoterapia.jpg" alt="" width="98" height="116" /></a></p>
<p>A psicoterapia é um espaço que vai sendo construido ao longo de encontros entre o psicólogo e a pessoa – quando a psicoterapia é individual – ou entre o psicoterapeuta e um grupo de pessoas – na psicoterapia de grupos. O objetivo da psicoterapia é produzir um conhecimento sobre o sujeito, abarcando diversos aspectos de sua vida, desde reflexões sobre sua existência, busca de autoconhecimento, até tratamentos de psicolapotologias, ou de alguma situação dificil que está acontecendo e que ela não tem forças ou meios para lidar com isso [a perda de um ente querido, a descoberta de uma doença grave, uma situação traumática como um roubo, um sequestro].<br />
Durante este processo, através de técnicas e orientações específicas é dado o apoio à pessoa, que vai ajudá-la a ver as diversas situações que acontecem em sua vida com outros óculos, com lentes que possibilitam uma imagem mais clara e nítida, e com isso dão segurança no caminhar cotidiano. É, acima de tudo, uma construção conjunta – do paciente e do psicoterapeuta – de saberes sobre a pessoa, de tal modo que se possa fortalecer um vínculo com a terapia, e consequentemente, com os novos conhecimentos produzidos, a fim de criar novos modos de lidar com a realidade, que novos desafios possam ser superados e que processos de melhoras possam se estabelecer.<br />
O tempo de duração da psicoterapia é um questionamento muito comum feito pelas pessoas que se pensam ou decidem fazê-la. Entretanto, é uma discussão complexa, uma vez que como existem diversas correntes teóricas (psicanálise, cognitivo-comportamental, psicodrama, entre outras) que poderão dar sustentação a psicoterapia, esse é um fator que dependerá de cada profissional e daquilo que o paciente espera da psicoterapia. Existem psicoterapias breves, que vão bem pontuais, que podem ter duração de 3 a 6 meses, outras, como a psicanálise, quando o intuito é auto conhecimento, pode durar vários anos. Por isso é interessante a pessoa dizer o que espera da psicoterapia para o terapeuta, para que ambos possam propor uma meta e um período para referenciar o trabalho o que vai além de simplesmente fixar um tempo de duração.</p>
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		<title>Ambiente de trabalho e violência</title>
		<link>http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/02/ambiente-de-trabalho-e-violencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 20:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[A violência moral no ambiente do trabalho não é um fenômeno novo. As leis que tratam do assunto ajudaram a atenuar a existência do problema, mas não o resolveram de todo. Há a necessidade de conscientização da vítima e do &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/02/ambiente-de-trabalho-e-violencia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A violência moral no ambiente do trabalho não é um fenômeno novo. As leis que tratam do assunto ajudaram a atenuar a existência do problema, mas não o resolveram de todo. Há a necessidade de conscientização da vítima e do agressor(a), bem como a identificação das ações e atitudes, de modo a serem adotadas posturas que resgatem o respeito e a dignidade, criando um ambiente de trabalho gratificante e propício a gerar produtividade.</p>
<h3>Assédio moral</h3>
<p>É toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, escritos, comportamento, atitude, etc.) que, intencional e freqüentemente, fira a dignidade e a integridade física ou psíquica de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.<br />
As condutas mais comuns, dentre outras, são:</p>
<ul>
<li>instruções confusas e imprecisas ao(à) trabalhador(a);</li>
<li>dificultar o trabalho;</li>
<li>atribuir erros imaginários ao(à) trabalhador(a);</li>
<li>exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes;</li>
<li>sobrecarga de tarefas;</li>
<li>ignorar a presença do(a) trabalhador(a), ou não cumprimentá- lo(a) ou, ainda, não lhe dirigir a palavra na frente dos outros, deliberadamente;</li>
<li>fazer críticas ou brincadeiras de mau gosto ao(à) trabalhador(a) em público;</li>
<li>impor horários injustificados;</li>
<li>retirar-lhe, injustificadamente, os instrumentos de trabalho;</li>
<li>agressão física ou verbal, quando estão sós o(a) assediador(a) e a vítima;</li>
<li>revista vexatória;</li>
<li>restrição ao uso de sanitários;</li>
<li>ameaças;</li>
<li>insultos;</li>
<li>isolamento.</li>
</ul>
<p>FONTE: <a href="http://www.mte.gov.br/">http://www.mte.gov.br/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Psicologia nas empresas</title>
		<link>http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/01/a-psicologia-nas-empresas/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 20:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Psicologia Organizacional foi inicialmente denominada como Psicologia Industrial ou Psicologia do Trabalho, ela estuda e analisa os fenômenos psicológicos presentes nas organizações. Sua atuação é sobre os problemas organizacionais ligados à gestão de recursos humanos (ou gestão de pessoas &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2011/01/a-psicologia-nas-empresas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Psicologia Organizacional foi inicialmente denominada como Psicologia Industrial ou Psicologia do Trabalho, ela estuda e analisa os fenômenos psicológicos presentes nas organizações. Sua atuação é sobre os problemas organizacionais ligados à gestão de recursos humanos (ou gestão de pessoas e talentos). A psicologia está muito ligada a empresas atualmente,seja ela no bem estar de cada um dos colaboradores, até mesmo nas emoções geradas num ambiente de trabalho.</p>
<p>Infelizmente, algumas organizações usam de outros profissionais para este trabalho, o que acaba por provocar problemas e desconfortos no clima organizacional, pois o psicólogo é o especialista nas relações e interações humanas, fundamentais para a formação de um ambiente mentalmente saudável.</p>
<p>Tradicionalmente, as principais áreas da psicologia organizacional são: recrutamento, seleção de pessoal, treinamento, diagnóstico organizacional.<br />
Jorge Luiz da Silva &#8211; Psicólogo</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ter um feliz ano novo</title>
		<link>http://www.realizareviver.com.br/blog/2010/12/ter-um-feliz-ano-novo/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 20:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicólogo Jorge Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos nos aproximando de mais uma &#8220;virada de ano&#8221;, diante da corrida pela sobrevivência em nosso tempo atual, passamos a perceber que o ano já está terminando e parece que foi ontem que estávamos em uma outra &#8220;virada de ano&#8221;. &#8230; <a href="http://www.realizareviver.com.br/blog/2010/12/ter-um-feliz-ano-novo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos nos aproximando de mais uma &#8220;virada de ano&#8221;, diante da corrida pela sobrevivência em nosso tempo atual, passamos a perceber que o ano já está terminando e parece que foi ontem que estávamos em uma outra &#8220;virada de ano&#8221;. O tempo não volta, ele passa, é dinâmico se movimenta indo em frente, o que fizemos está feito, porém o que vamos fazer isso podemos e devemos definir.<br />
Olhar para frente nem sempre é possível para quem só olha para trás. Mudar o olhar sobre a vida nem sempre é possível sozinho, assim ter um momento, um lugar para pensar e definir as escolhas que estão por vir é muito importante, é saudável e vital. A psicoterapia é facilitadora dessa mudança!<br />
Ter um feliz ano novo é fazer algo por sí para ser feliz no ano novo. Modificar comportamentos incômodos, decidir com mais facilidade, conhecer-se mais ou melhor, melhorar suas relações, entre tantas outras coisas estes podem ser sinais de um tempo de melhor qualidade de vida.<br />
Olhe adiante, invista em você, decida fazer de 2011 um ano realmente novo.</p>
]]></content:encoded>
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