Atendimento em Psicologia é com Psicólogo

O exercício profissional dos psicólogos e das pessoas jurídicas que prestam serviços de Psicologia é condicionado à inscrição prévia no Conselho Regional de Psicologia. Através do cadastro regional, qualquer pessoa pode buscar por psicólogos (pessoas físicas) ou instituições (pessoas jurídicas) e descobrir se possuem o devido registro no CRP-RJ.
Quando você verifica a inscrição do profissional, tem a certeza de que está sendo atendido por alguém da área de psicologia.

http://www.crprj.org.br/psis-cadastrados/

Comportamento Sexual Compulsivo

A expressão sexual saudável é parte natural de uma vida bem estruturada. Ocorre um problema, quando pessoa vive obcecada com pensamentos sexuais, sentimentos ou comportamentos que afetam sua vida profissional, a saúde, os relacionamentos ou qualquer outra área de sua ação relacional. Esta forma de viver pode indicar um comportamento sexual compulsivo, e por isso necessita de avaliação.
O Comportamento Sexual Compulsivo (também chamado de hipersexualidade, ninfomania ou vício sexual) provoca inicialmente na pessoa, experiências sexuais gratificantes, mas em um momento seguinte se torna uma obsessão, com consequencias negativas para a saúde física e mental, levando a uma paralização parcial ou total (em casos mais graves) da vida social, trabalho e família.
São características do comportamento sexual compulsivo fantasias ou atividades fora dos limites da cultura, das leis ou de tudo aquilo que é ética e moralmente aceito como comportamento sexual natural. Este tipo de comportamento pode ocorrer em pessoas homossexuais, bissexuais e heterossexuais.
Este grupo de transtornos está entre os que causam mais sofrimentos às pessoas, e isto por várias razões, mas, é provável que a principal seja o imenso sentimento de carência afetiva que frequentemente se encontra associada a estes transtornos.
O problema é que os vícios sexuais e compulsões sexuais podem levar a profundas carências afetivas, que podem levar à novos comportamentos sexuais compulsivos, formando-se assim um ciclo de comportamentos inadequados e de sofrimentos recorrentes que envolvem a pessoa em uma teia cada vez mais espessa e escravizante.
O psiquiatra ou o terapeta sexual são os profissionais de saúde adequados para tratamento deste transtorno, porém tem se utilizado a combinação destas duas formas de trabalho.
Os grupos de apoio tem se mostrado de grande utilidade, mas em conjunto com as intervenções médicas e psicoterápicas.
Superar a vergonha, a solidão e a angústia que envolve este tipo de comportamento e buscar apoio especializado é um passo importante para sair desta forma de sofrimento.

A Psicoterapia

A psicoterapia é um espaço que vai sendo construido ao longo de encontros entre o psicólogo e a pessoa – quando a psicoterapia é individual – ou entre o psicoterapeuta e um grupo de pessoas – na psicoterapia de grupos. O objetivo da psicoterapia é produzir um conhecimento sobre o sujeito, abarcando diversos aspectos de sua vida, desde reflexões sobre sua existência, busca de autoconhecimento, até tratamentos de psicolapotologias, ou de alguma situação dificil que está acontecendo e que ela não tem forças ou meios para lidar com isso [a perda de um ente querido, a descoberta de uma doença grave, uma situação traumática como um roubo, um sequestro].
Durante este processo, através de técnicas e orientações específicas é dado o apoio à pessoa, que vai ajudá-la a ver as diversas situações que acontecem em sua vida com outros óculos, com lentes que possibilitam uma imagem mais clara e nítida, e com isso dão segurança no caminhar cotidiano. É, acima de tudo, uma construção conjunta – do paciente e do psicoterapeuta – de saberes sobre a pessoa, de tal modo que se possa fortalecer um vínculo com a terapia, e consequentemente, com os novos conhecimentos produzidos, a fim de criar novos modos de lidar com a realidade, que novos desafios possam ser superados e que processos de melhoras possam se estabelecer.
O tempo de duração da psicoterapia é um questionamento muito comum feito pelas pessoas que se pensam ou decidem fazê-la. Entretanto, é uma discussão complexa, uma vez que como existem diversas correntes teóricas (psicanálise, cognitivo-comportamental, psicodrama, entre outras) que poderão dar sustentação a psicoterapia, esse é um fator que dependerá de cada profissional e daquilo que o paciente espera da psicoterapia. Existem psicoterapias breves, que vão bem pontuais, que podem ter duração de 3 a 6 meses, outras, como a psicanálise, quando o intuito é auto conhecimento, pode durar vários anos. Por isso é interessante a pessoa dizer o que espera da psicoterapia para o terapeuta, para que ambos possam propor uma meta e um período para referenciar o trabalho o que vai além de simplesmente fixar um tempo de duração.

Ambiente de trabalho e violência

A violência moral no ambiente do trabalho não é um fenômeno novo. As leis que tratam do assunto ajudaram a atenuar a existência do problema, mas não o resolveram de todo. Há a necessidade de conscientização da vítima e do agressor(a), bem como a identificação das ações e atitudes, de modo a serem adotadas posturas que resgatem o respeito e a dignidade, criando um ambiente de trabalho gratificante e propício a gerar produtividade.

Assédio moral

É toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, escritos, comportamento, atitude, etc.) que, intencional e freqüentemente, fira a dignidade e a integridade física ou psíquica de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.
As condutas mais comuns, dentre outras, são:

  • instruções confusas e imprecisas ao(à) trabalhador(a);
  • dificultar o trabalho;
  • atribuir erros imaginários ao(à) trabalhador(a);
  • exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes;
  • sobrecarga de tarefas;
  • ignorar a presença do(a) trabalhador(a), ou não cumprimentá- lo(a) ou, ainda, não lhe dirigir a palavra na frente dos outros, deliberadamente;
  • fazer críticas ou brincadeiras de mau gosto ao(à) trabalhador(a) em público;
  • impor horários injustificados;
  • retirar-lhe, injustificadamente, os instrumentos de trabalho;
  • agressão física ou verbal, quando estão sós o(a) assediador(a) e a vítima;
  • revista vexatória;
  • restrição ao uso de sanitários;
  • ameaças;
  • insultos;
  • isolamento.

FONTE: http://www.mte.gov.br/

A Psicologia nas empresas

A Psicologia Organizacional foi inicialmente denominada como Psicologia Industrial ou Psicologia do Trabalho, ela estuda e analisa os fenômenos psicológicos presentes nas organizações. Sua atuação é sobre os problemas organizacionais ligados à gestão de recursos humanos (ou gestão de pessoas e talentos). A psicologia está muito ligada a empresas atualmente,seja ela no bem estar de cada um dos colaboradores, até mesmo nas emoções geradas num ambiente de trabalho.

Infelizmente, algumas organizações usam de outros profissionais para este trabalho, o que acaba por provocar problemas e desconfortos no clima organizacional, pois o psicólogo é o especialista nas relações e interações humanas, fundamentais para a formação de um ambiente mentalmente saudável.

Tradicionalmente, as principais áreas da psicologia organizacional são: recrutamento, seleção de pessoal, treinamento, diagnóstico organizacional.
Jorge Luiz da Silva – Psicólogo